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Photo-Velo-Club

3 Dez

REVISTA MENSAL ILLUSTRADA – PHOTOGRAFIA, PINTURA E BICICLETA

Era assim que se chamava o boletim criado no Porto nos idos de 1899 e que foi dirigido por Domingos Alvão.

Dirigiu, no final do século XIX, a Escola Practica de Photographia do Photo-Velo Club no n.º 120 da Rua de Santa Catarina, no Porto. Foi neste mesmo local que, em 1903, veio a funcionar a Fotografia Alvão que, em 1926, deu lugar à firma Alvão e Cia. Lda.

O clube foi destacado na exposição Portugal 1900 da Gulbenkian.

Tirando as muito poucas coisas que existem na net sobre o Club e duas fotografias, uma da capa do boletim, outra do interior do club, numa fotocópia trazida pelo amigo Rui Noronha, não conseguimos encontrar mais nada. Prometemos investigar.

O Velocipedista na TimeOut de Abril

1 Abr

A TimeOut Porto de Abril dedicou seis páginas inteirinhas às coisas do ciclismo urbano no Porto.

Uma das páginas foi dedicada ao ciclismo digamos, mais clássico, destacando-se o Maria Amélia e o trabalho aqui dos meninos no Velocipedista.

Cenário e espírito

22 Mar

O André recebeu esta pérola (e outras) no email. No Velódromo, em 1900. Foto de Humberto Fonseca.

Maria Amélia – trabalho de campo, na cidade.

1 Mar

Hoje estivemos no Maria Amélia. O André já lá tinha ido, eu nem por isso.

Foi assim como um ritual, um aperto de mãos que formaliza o projecto “O Velocipedista”, que terá como um dos palcos mais importantes o mítico velódromo.

A partir daqui, muitas coisas se podem passar. É o que acontece quando o pessoal não sabe estar sossegado.

Para abrir o apetite, ficam algumas imagens do que vimos por lá.

Primeiro de Março

1 Mar

No dia 1 de Março de 1893 nasceu o Velocipedista. Hoje, 1 de Março de 2012, nasce o Velocipedista.

E o que é o Velocipedista? É um projecto de dois curiosos, o André Correia e o Miguel Barbot (Velho Lau, para quem pedala), dois rapazinhos apaixonados pelo Porto, por bicicletas e por coisas antigas mais ou menos esquecidas.

O Velocipedista não é mais que um sítio para onde vamos atirando coisas sobre as bicicletas do tempo em que as bicicletas não eram do tempo de hoje, ou seja, desde a segunda metade do Século XIX, até meados do Século XX, mais minuto, menos minuto. Tudo no Porto.

A coisa é feita com trabalhinho. Muito trabalhinho, nomeadamente incursões à Biblioteca Pública Municipal do Porto e picanço de pedra de campo com visitas a locais de interesse sempre que se justificar.

Avisamos que temos dois fetiches: o Real Velo Club do Porto e o Maria Amélia.

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